segunda-feira, 17 de julho de 2017

«Nasci quando a minha filha nasceu»

«Olá!
Eu sou a mamã cartoon.
Nasci quando a minha filha nasceu.
Antes era só a Sílvia, designer de joias e Yoguini
Que adorava comer plantas. Agora sou mãe... (Uau!)...
Adoro ser Mãe!»

Mamã Cartoon de Ana Sílvia Agostinho é um livro divertidíssimo! A autora partilha em imagens as suas vivências na gravidez, parto e o primeiro ano com a sua filha, Eva ("ervilha").

Qualquer mãe e/ou futura mamã irá re(ver)-se em alguns destes cenários hilariantes que  fazem parte a partir do momento que se fica a saber que a "cegonha" chegou ou está a chegar. Sim porque o que se idealiza nem sempre é a realidade! Ou quase nunca o é...

O livro Mamã Cartoon também emociona. Pois mostra em cada cartoon momentos hilariantes de como é realmente a vida de uma mãe! 
E isso é algo inexplicável! Quem o é sabe.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

"Um planeta resiliente 2"

Para quem não teve oportunidade de visitar a exposição em Lagos, inaugura esta sexta-feira, dia 07 de julho, às 21h00, a exposição "Um planeta resiliente 2 - fragmentos com humor de um planeta não muito distante" da autoria de phermad

A Instalação vai estar patente até 28 de julho, na galeria de exposições do Instituto Português de Desporto e Juventude, em Faro. 

Esta é composta por uma seleção de cartoons, caricaturas, BD e outros "devaneios criativos" e é definitivamente a maior exposição realizada por phermad, que já conta com 20 anos de "bonecada". 

domingo, 14 de maio de 2017

"Amar pelos Dois"

Ilustração de João Rodrigues, Portugal

#amarpelosdois #salvadorsobral #ouvirmusicaaqui #758pontos
#festivaldaeurovisaodacancao #13maio2017 #somosportugal
#53anosdepois #momentohistorico #paramaistarderecordar

terça-feira, 21 de março de 2017

«Todos os Caminhos me Servem»

Ilha Deserta, Faro

"Todos os caminhos me servem. 
Em todos serei o ébrio 
cabeceando nas esquinas. 
Uma rua deserta e o hálito 
das pessoas que se escondem, 
uma rua deserta e um rafeiro 
por companheiro. 

Ó mar que me sacode os cabelos 
que mulher alguma beijou, 
lágrimas que os meus olhos vertem 
no suor dos lagares, 
que uma onda vos misture 
e vos leve a morrer 
numa praia ignorada." 
in Mar de SargaçosFernando Namora

quinta-feira, 9 de março de 2017

«Olá humanos, esta é a vossa cria.»

«São quatro da manhã e tu choras. Tens 8 dias de vida e choras. Choras irremediavelmente e o teu choro neste momento, às quatro da manhã, é tudo. Não tem princípio nem fim, vem do centro do universo. Quando paras por breves segundos é apenas para ganhar fôlego, um embalo rápido para um novo compasso que começa por um grito e deriva em várias tonalidades de choro, todas elas desesperadas, inconsoláveis. Não tens a fralda suja, já foste amamentada, estás ao meu colo. E, no entanto, choras.»

Os bebés também querem dormir de Constança Cordeiro Ferreira não é um manual de instruções para futuras mães ou mães de primeira viagem que procuram soluções e/ou dicas para adormecer os seus filhos. Não é um guia de auto-ajuda para momentos de desespero. Nem sequer tem a pretensão de falar de verdades absolutas, do certo e do errado. Desenganem-se. Não vão encontrar o "ingrediente secreto" para as noites mal dormidas ou talvez até encontrem...

A autora, a quem chamam a "fada dos bebés", é «uma terapeuta de bebés, embora resista sempre um pouco a este título», pois acredita que «os pais são os verdadeiros especialistas nos seus bebés. O [seu] trabalho é ajudar a que encontrem os recursos para que assumam esse papel com confiança e felicidade.»

E foi por saber que não iria encontrar nada do que acima descrevi que quis ler este livro. Por saber que não iria encontrar mais um livro igual a tantos outros que têm tantas e tantas páginas e nada dizem ou acrescentam. 

Comecei esta leitura sem expetativas e num ápice estava a terminá-la e a sentir-me agradecida por a ter iniciado. Foi bastante enriquecedora e acima de tudo confortante.

Este livro é uma partilha de testemunhos, vivências e experiências que nos mostram que nós mães temos realmente todas as ferramentas para compreendermos os nossos bebés, mesmo quando todos os fatores externos (sociedade, família, amigos, especialistas, estudos científicos, etc.) nos dizem que não. Por isso, há que acreditar e percorrer o caminho que queremos seguir. Sem pressões.

«Ter a liberdade para decidir o ritmo em que vivemos a maternidade, criar uma bolha, esquecer o relógio e as regras inventadas por alguém que não nos conhece nem ao nosso bebé dá-nos uma oportunidade de mudar, não só como mães e pais, mas também como pessoas.»

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